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Highguard Review: 5 Verdades sobre o novo “Raid Shooter” dos criadores de Apex Legends

Highguard Review

Highguard Review

Se você pegasse a movimentação fluida de Apex Legends, misturasse com a estratégia de cerco de Rainbow Six: Siege e jogasse tudo isso num mapa com objetivos estilo MOBA, o resultado seria Highguard.

Lançado recentemente pela Wildlight Entertainment (estúdio fundado por veteranos que criaram Titanfall e Call of Duty: Modern Warfare), o jogo chegou com a promessa de inaugurar um novo gênero: o “Raid Shooter”.

Mas será que essa salada de frutas funciona na prática? O site CBR e a crítica especializada concordam em um ponto: a base é sólida, mas a casa ainda está em construção. O Portal Drop Geek mergulhou nos servidores para te dar a resposta definitiva.

O Que é Highguard? (A mistura de Overwatch com Rainbow Six)

Esqueça o Battle Royale. Highguard aposta em partidas 3v3 focadas em objetivos. A premissa é simples, mas caótica: dois times de “Wardens” (heróis com habilidades únicas) lutam em um mapa aberto.

Highguard Review

O fluxo da partida se divide em fases:

  1. Coleta: Você mata NPCs e coleta recursos para ficar mais forte.
  2. A Disputa: Uma espada lendária chamada “Shieldbreaker” (Quebra-Escudos) aparece. Quem pegar, ganha a vantagem.
  3. O Cerco (Raid): O time com a espada deve invadir a base inimiga para destruí-la, enquanto os defensores usam armadilhas e habilidades para segurar o ataque.

É uma dinâmica de “gato e rato” que gera momentos de tensão incríveis, especialmente quando você está defendendo sua base com 1% de vida restante.

O Pedigree: A Herança de Titanfall e Apex

Sendo feito pelos criadores de Titanfall, a expectativa sobre a “gunplay” (a sensação de atirar) era alta. E Highguard não decepciona nisso. As armas têm peso, o som é crocante e a movimentação é extremamente satisfatória.

O Ponto Alto: A Mecânica de “Raid” e o Escudo

A grande inovação elogiada pelo CBR é como o jogo força a cooperação. Não dá para ser um “lobo solitário”. Se o seu time pegar a Shieldbreaker, o jogo muda de um “tiroteio no parque” para um “ataque tático”. Você precisa coordenar com seus aliados: um quebra a parede, o outro joga fumaça e o terceiro planta a bomba.

Highguard Review

Quando funciona, é mágico. É aquela sensação de Heist (assalto a banco) misturada com superpoderes.

O Problema: Conteúdo Raso e Problemas Técnicos

Porém, nem tudo são flores no jardim da Wildlight. A principal crítica – e o motivo do jogo não ser um sucesso instantâneo – é a falta de “recheio”.

A crítica do CBR resumiu bem: “Highguard tem os ossos de um gigante, mas precisa de mais carne.”

Veredito: Potencial vs. Realidade

Highguard é um jogo bom? Sim. Ele vai matar Overwatch ou Valorant hoje? Não.

O jogo sofre da “síndrome de lançamento antecipado”. A jogabilidade core é divertidíssima e viciante, mas a falta de variedade pode afastar jogadores casuais rapidamente. A boa notícia é que, sendo um “Game as a Service” (GaaS), ele pode evoluir.

Se os desenvolvedores ouvirem a comunidade e lançarem novos mapas, modos e heróis rapidamente, Highguard tem tudo para se tornar um dos grandes. O potencial está lá, gritando para ser lapidado.

O Veredito Drop Geek

Vale a pena baixar? Como é Free-to-Play, a resposta é um sonoro SIM. Junte dois amigos, baixe na Steam/Console e tire suas próprias conclusões. A diversão das primeiras horas é garantida, mesmo que o futuro ainda seja incerto.

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